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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

E então essa Black Friday?


A Black Friday já lá foi e eu estou feliz por a vida voltar ao normal. [O normal =  receber diariamente 537 emails de promoções por dia em vez dos 75606937 emails recebidos durante esta época.]

Estou aliviada, mas isso não quer dizer que não tenha aproveitado as promoções. Tenho amigos no Facebook que andam a fazer "campanha" de boicote à Black Friday já desde Outubro. E embora eu apoie a 100% a ideia de reduzir o consumo desnecessário, não entendo o conceito de boicotar algo apenas porque sim. Na minha opinião, a Black Friday é o que fazemos dela. Não é em si mesma "boa" ou "má".

Eu não sou uma pessoa particularmente organizada ou paciente... excepto no que diz respeito ao consumo. Talvez por já em adulta ter sido estudante full-time (e o que isso implica a nível financeiro), eu mudei a minha forma de consumir. Normalmente compro roupa, sapatos, cosméticos, artigos para a casa, artigos tecnológicos, brinquedos etc em promoção e apenas após comparar preços. Tenho uma lista de compras e espero por promoções, nem digo saldos porque com o estado do comércio e das compras online na Suécia, há "saldos" o ano inteiro… Sei que normalmente é uma questão de paciência (e de uma semana ou duas) até receber o tal email que anuncia descontos nas coisas que pretendo comprar.

Por exemplo, eu gosto dos produtos de banho da Yves Rocher e sei que eles têm promoções pelo menos uma vez por mês. Como fiz prenumeração da newsletter, recebo email a notificar-me. Faço então questão de aproveitar quando necessário e de comprar logo várias unidades, não só para poupar dinheiro mas também para poupar o meio-ambiente (quantos menos transportes, melhor). Sim, os armários cá de casa estão cheios, mas por outro lado é raro chegar ao ponto em que o gel-de-banho está a acabar e tenho de comprar à pressa (mais caro) no supermercado.

Cheirinho de alfazema e amora, eu até podia viver sem ele mas não seria a mesma coisa
É claro que nem sempre é possível planear, a vida acontece (e além disso aquilo que queremos nem sempre  leva desconto) mas eu tento ser o mais regrada possível. 

Não vejo a Black Friday como um convite a comprar coisas que não vou usar ou apenas comprar por comprar. Para mim, é mais uma oportunidade para comprar coisas que estão na minha tal lista de compras - as quais inevitavelmente iria comprar na mesma, com ou sem desconto. Este ano, comprei presentes de Natal, uma camisola de malha, uma blusa branca para o regresso ao trabalho, dois soutiens (aleluia), um guarda-chuva (!) e os cremes da Luisinha (aqui até as farmácias aderem à Black Friday). 

E vocês, que me dizem da Black Friday?

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Testados e mais-que-aprovados: vernizes da H&M


Há uns tempos a H&M remodelou toda a sua linha de cosméticos e ainda lançou imensos produtos novos! Desde então que eu andava curiosa mas ainda assim demorei a cair em tentação porque a H&M não é propriamente uma marca conhecida pela qualidade dos seus produtos e eu ando numa de destralhar e portanto não preciso de novos produtos a ocupar espaço no armário. Mas na semana passada lá acabei por adquirir vários produtos para as unhas:


Quick dry nail spray: um spray para ajudar o verniz a secar mais rápido. Promete e cumpre porque as unhas ficam secas num instante. 
Smooth operator base coat: um verniz-base para alisar a unha e ajudar o verniz a aderir melhor à base. Além disso, evita que as unhas fiquem manchadas quando usamos vernizes de cor mais forte.
Instant armour top coat: um verniz de "acabamento" que protege a cor e faz a manicure durar mais. Também ajuda o verniz a secar mais rápido.
Verniz "Nutmeg": um castanho "nude". Tem um pincel bastante largo o que facilita imenso na hora de pintar as unhas.

O veredicto: valem muito a pena! São melhores do que os produtos de marca que experimentei até à data, já para não falar do preço. Cumprem o prometido e pela primeira vez na história das minhas unhas, a manicure já vai no quarto dia e as minhas unhas (excepto três, que lascaram nas pontas) estão intactas. Talvez quatro dias não seja muito para muita gente, mas para mim é algo inédito. 

Pontos extra para o pincel do verniz, que é perfeito, e para a rapidez incrível com que as unhas ficam secas. 

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Às compras em Portugal #2


Depois das férias na terra-mãe, tem sido tempo para voltar à rotina da universidade, do trabalho (agora em part-time de novo após o Verão, em que trabalhei a tempo inteiro)  e dos compromissos. Setembro tem surpreendido - o Outono não está com pressa de chegar e temos tido muito sol e até algum calor para a época. Alguns dias andam pelos 20 graus, hoje temos 15 e sol. Não é mau. Nada mau. Mas o que eu queria mostrar-vos neste post? As pequenas compras que fiz em Portugal.


Jeans da Zara. Não compro malas nem sapatos na Zara, e é raro comprar tops ou vestidos. Mas a Zara é sem dúvida a minha loja de eleição quando quero comprar um par de calças "coloridas", e ao longo dos anos a lista tem-se alongado - verde, vermelho, preto, cinzento, salmão... A Zara tem jeans e calças de cores variadas e geralmente de bom corte à volta dos 25-30 euros. A Zara é nossa amiga.


Camisola da Mango e pulseira da Parfois.


Lenço da Biju


Os meus presentes. Azeite da Herdade do Esporão, sal de Aveiro, sabonetes da Castelbel, chávenas de café com motivos tradicionais. O que não falta em Portugal são souvenirs e presentes giríssimos e eu faço questão de fazer sempre pelo menos uma visita às lojas tradicionais durante as minhas visitas.



E falar em souvenirs. Tenho de fazer uma menção de honra à loja de produtos nacionais do aeroporto de Lisboa, que é é fan-tás-ti-ca. Acho que se a crise teve algum efeito positivo, foi começarmos a valorizar mais os nossos produtos nacionais, mas não só. Também começámos a inovar com ponto de partida em produtos tradicionais. Gosto muito. Temos coisas tão giras!


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

O melhor da Suécia #5 - Service with a smile


Já há muito tempo que não vos trazia o melhor da Suécia, aliás, há muito tempo que não escrevia no geral. Tenho andado ocupada com coisas importantes como a universidade, maratonas de Sexo e a Cidade e o meu novo hobbie, consumo de brownies. Mas hoje é dia dos namorados e resolvi dedicar um post de meia tigela a este congelador a que gosto de chamar Suécia. Parece que não mas é este o país que me tem acolhido nos últimos 5 anos e que me tem dado oportunidades que Portugal, o meu ex, dificilmente me daria. De qualquer forma, uma das coisas que me fascina aqui na Suécia é o atendimento que recebo nas lojas. Não é que haja aquelas serventias que há em Portugal e que se agudizaram com a crise. Mas em cinco anos de Suécia, que me lembre nunca me deparei com um funcionário antipático ou mal educado. Penso muito nisso, agora que ando sempre com o meu cartão de estudante atrás de mim e pergunto se têm desconto de estudante sempre que quero comprar algo. Nas lojas em que têm desconto dizem "sim, claro", com um sorriso. Nas lojas em que não têm, dizem "infelizmente não fazemos desconto de estudante", e sorriem. E assim vou passeando o meu cartão de estudante e os sapatos que comprei nos saldos.