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quarta-feira, 20 de novembro de 2019
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Europa, mon amour
Este ano pegámos de novo no carro e fomos percorrer a Europa. Desta vez fomos à Croácia (Crikvenica e Opatija) e à Itália (Verona e Modena). Pelo caminho, pernoitámos na Polónia e na Áustria. Passámos pelos Alpes e por aquelas que talvez sejam as paisagens mais bonitas que vi na vida. Tal como no ano passado, praticamente não fizemos reservas de hotel antecipadamente (excepto três noites pelo Airbnb em Crikvenica), o que nos deu muito espaço de manobra. Fez bem ir arejar e tirar uma pausa do trabalho. Fez bem ir comer massa, chapinhar no mar e ler livros. Durante a viagem senti os primeiros pontapés da minha menina, o que me deixou muito feliz. Eu e o papá gostamos muito de sentir os movimentos dela.
Deixo-vos algumas fotos.
Bad Gastein nos Alpes Austríacos
Mais Alpes
O Adriático
Em Opatija, comprámos uns pequenos detalhes feitos à mão para o cantinho da nossa menina
Eu e a barriga nos arredores de Verona
Eu a barriga na Aceitaia Giusto (produtores de azeite balsâmico) em Modena
Em Itália também se come bolas de Berlim
Mocktail (cocktail sem alcóol) para mim e um cocktail normal para o papá
P.S. 1: Obrigada pelo vosso carinho e pelas vossas felicitações. Em breve vou visitar os vossos blogs! Muitos beijinhos.
P.S. 2: E quem voltou a receber notificações de comentários pelo mail ponha as mãos no ar! Yay!
P.S. 2: E quem voltou a receber notificações de comentários pelo mail ponha as mãos no ar! Yay!
segunda-feira, 5 de março de 2018
Fazendo de turista em Estocolmo
Fui dar um passeio e tomar um afternoon tea a Nynäshamn com um grupo de amigos e volto com fotos. Nynäshamn fica a 55 minutos de comboio do centro (T-Centralen) e é sobretudo conhecida porque é de lá que parte o ferry para Visby (na ilha Gotland), que é um destino de Verão muito querido para os Suecos. Mas para mim vale a pena fazer uma excursão de dia a Nynäshamn para quem quiser escapar da cidade e ver algo diferente, ou até passar lá uma noite no hotel-spa à beira-mar.
| Praia nevada |
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| Afternoon tea (e espumante) no restaurante Kroken |
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| Menção de honra para o W.C. que tem à disposição tampões, cotonetes e um belo poema sobre cocó #suequices |
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Fim-de-semana de neve e sol
Fomos a Sälen com um grupo de amigos. Sälen é uma aldeia + resort de ski e snowboard muito conhecido na Suécia por ser perfeito para famílias e principiantes (como eu). E lindo. O sítio é lindo. E foi lá que, com o melhor e mais paciente professor privado do mundo (o meu menino), aprendi a fazer snowboard.
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| Nós os dois a apanhar solinho |
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| O descanso da guerreira |
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| A primeira vitória do fim-de-semana: conseguir levantar-me na prancha sem começar a deslizar descontroladamente pela montanha abaixo. |
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| A casa "dos trolls". Os trolls são figuras centrais nos contos e lendas tradicionais da Suécia, mas isso é assunto para outro post. |
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| Olá sol! |
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| Alojamento |
Sälen é tudo o que eu poderia querer num resort e ainda mais. Toda a área é dedicada ao lazer. Tem restaurantes, bares, spa, cafés especializados em waffles (é uma espécie de tradição, obrigada Suécia!) e chocolate quente, lojas, supermercado, cabeleireiro e cabinas de alojamento muito fofinhas com sauna privado. Tem professores e pistas fáceis para os iniciantes (e a minha recomendação pessoal é recorrerem a aulas privadas se não tiverem experiência e especialmente se quiserem andar nos elevadores - é mais difícil do que parece!), mas também tem pistas mais difíceis para os mais experientes. Depois de um dia nas pistas, vai-se directamente para o "after-ski" ainda com as roupas do dia = pressão 0 para se estar gira/chique/apresentável. Yay!
Gostei e recomendo.
Gostei e recomendo.
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Outono na Suécia: ponto da situação
Já escurece cedo (mais concretamente às 17:26 de acordo com o Google); de manhã cedo já temos temperaturas negativas (anteontem foram -3, de resto tem sido à volta dos -1); já é preciso usar luvas e cachecol; está em voga tudo o que tenha abóbora, canela e gengibre (especialmente velas e bebidas quentes); o pessoal passa horas na floresta a apanhar cogumelos (eu não me atrevo), aos fins-de-semana o pessoal dedica-se a fazer os últimos churrascos do ano; beber chocolate quente voltou a ser socialmente correcto; já me abasteci com três pares novos de botas, dois pares de luvas e um casaco preto e a Natureza anda a exibir as suas skills de Photoshop e a mostrar quem é que manda nisto tudo.
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| Olá! |
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
5 horas em Zurique
Não há vôos directos Porto - Estocolmo. A viagem leva-me quase sempre um dia inteiro (muitas vezes com direito a acordar às cinco da matina ou mais cedo), durante o qual me concedo way too many caprichos para compensar pelo tédio, pelo cansaço, pela solidão. Ele é livros e revistas; ele é produtos da loja duty free; ele é atacar todos os itens comestíveis que me dê na real gana apesar dos preços astronómicos (já para não falar daquele fenómeno curioso em que as minhas roupas encolhem). E assim vou conhecendo os aeroportos da Europa e desenvolvendo as minhas tácticas de sobrevivência. Desta vez fiz escala de cinco horas em Zurique e como a cidade fica apenas a dez minutos de comboio do aeroporto, lá fui eu. O bilhete de ida e volta e custa cerca de 13€. Encontrei Zurique on fire, quase literalmente. Um calor de morrer (30 graus). Um desfile de milhares de pessoas bastante tocadas pelo álcool, uma espécie de cruzamento do Carnaval com o Pride com a Queima das Fitas. Tinha planeado fazer algo decente, do género almoçar e tomar um café na zona histórica, que por sua vez fica perto da estação, mas a cidade foi completamente invadida pelo pessoal do desfile e por isso não deu para fazer grande coisa (acabei por comer no Mc Donalds do aeroporto). Mas foi giro. Quase fui arrastada para o meio da multidão. Vi ao longe as montanhas que rodeiam a cidade. Passeei ao longo do rio. Tirei resmas de fotos, todas elas de qualidade péssima. Ganhei uma espécie de bronze que não me foi concedido em duas semanas de férias em Portugal #ironiasdavida. E assim passam cinco horas a voar.
Ah. A Sandra do Fondue e Chocolate documentou o desfile de forma mais pedagógica aqui!
terça-feira, 28 de julho de 2015
terça-feira, 8 de julho de 2014
Gerês
A barragem de Vilarinho das Furnas lá ao fundo...
Feita camaleão em Parada
E de cada vez que lá vou, o Gerês dá-me razões para voltar. Se vou lá no verão, convida-me a voltar no inverno, quando o nevoeiro envolve as montanhas. Se vou lá no inverno, sei que tenho de voltar no verão para molhar os pés nas lagoas. Quem disse que a perfeição não existe nunca esteve no Gerês.
Mais Portugal aqui
domingo, 1 de junho de 2014
Um passeio por dia...
Por aqui temos sol, calor e muita natureza a explorar.
Tá-se bem a confraternizar à sombra... tirando a vaca albina, é claro, que ainda não desistiu de ficar morena.
Olá humana, o que fazes por aqui?
Depois de muito trepar pelo bosque, há vistas que recompensam o trabalho e o joelho dorido...
Já na cidade... não me lembrava da última vez que vi nenúfares
Casinhas reflectidas no rio ao final da tarde
sábado, 21 de setembro de 2013
sábado, 24 de agosto de 2013
Hello London!
Um spam de fotografias por dia, nem sabe o bem que lhe fazia!
Apesar de não ter podido ir tomar chá com a minha amiga Kate, que andava ocupada com o baby George, nem finalmente conhecer a Bahzinha, tentei aproveitar os meus dois curtos dias em Londres ao máximo. Já conhecia o Museu de Cera, o Museu de História Natural e a Legoland. Nesta mini-viagem, decidi continuar a explorar os clássicos que Londres tem para oferecer e por isso fomos ao Palácio de Kensington e ao Palácio de Buckingham. Em Buckingham fizemos uma visita-áudio guiada que reservámos de antemão na internet. Fazer esta reserva foi das melhores decisões que tomámos pois não tivemos que ficar horas em fila e além disso a visita está muito bem organizada. Não foi possível tirar fotos dentro do palácio mas ele é lindíssimo e adorava voltar lá. Em Kensington, usámos uns vouchers que ganhámos na compra dos nossos bilhetes Stansted Express (comboio que vai do aeroporto de Stansted a Londres) e com os quais pagámos metade do preço. Arrependi-me um bocadinho de ir a Kensington. Achei a zona de visitas muito mal organizada e a maioria das exposições bastante vaga e desinteressante. O ponto alto da visita foi uma exposição de vestidos usados pela Rainha, pela sua irmã Princesa Margaret e pela Princesa Diana. Além disso, o parque que rodeia o palácio é bastante bonito.
Durante os nossos passeios pela cidade, vi pastéis de nata em 3 (três!) cafés e Sagres num restaurante. A recepcionista do nosso hotel era portuguesa. E, de volta ao aeroporto, fui tomar café e fui atendida por uma funcionária bastante antipática também portuguesa. É interessante comparar com a Suécia, onde quase entrei em choque nervoso ao encontrar portuguesas no metro quase dois anos e meio depois de vir viver para cá. (Vivem mais pessoas em Londres do que em toda a Suécia, o que explica muita coisa). Outra coisa miraculosa é que no Starbucks escreveram o meu nome direitinho no meu copo de café. Pela primeiríssima vez não fui "Johanna" nem "Joanna"! E por fim, andei feliz como um passarinho a falar inglês, língua que adoro e na qual me consigo exprimir sem a ansiedade que me ataca quando falo sueco.
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